quinta-feira, 26 de junho de 2014

A voz de quem ama


Amo. Como poderia não fazê-lo?
Low.
Down.
Alta tensão, braço coeso com teus olhos.
A tenção de meu coração pelo teu.

 
Amo-te, com todos os meus santos perdidos-
já dizia a poeta
- porem eu, amo contrapeso
Um amor de força insuportável
Que aumenta conforme o quadrado de nossas distâncias.

 
Um quantum de amor
Maior que todos os sóis.

 
E esse amor urânio
Aquece nossa vila e país.

 
Chamo teus amigos
Saio para comer
Sou desenganado
Faço-te sofrer
E acabo, findo, pó.

 
Somente isso, só.

 
E o amor urânio?
Não, amor hidrogênio.
Abunda e abandona. 

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