quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Doctor Who e a historiografia


Comecei a assistir Doctor Who, faz pouco tempo. Como bom potencial futuro fã, comecei do começo (da série de 2005). Influência também de minha amiga Natália, fã, alucinada, maluca, tatuada da série. Devo dizer que achei muito interessante, mas nunca, NUNCA, nada será melhor que o Guia do Mochileiro das Galáxias. Tô no 7º episódio ainda, mas algo no segundo episódio me chamou bastante atenção.

É uma crítica bem explícita, nem vou forçar vocês a pensar muito. Quem nunca assistiu, vou spoilar um pouco: Doctor e Rose viajam para 10 bilhões de anos no futuro para assistir o fim do mundo em uma estação espacial super exclusiva, onde apenas os mais ricos da galáxia estão, apenas para se divertir vendo o sol engolindo a Terra ao vivo. Entre eles, está o último ser humano existente, que traz algumas coisas antigas da Terra para a festinha.

Dentre as várias outras críticas, essa me chamou atenção: a crítica a historiografia, ou seja, a forma de se escrever a história. Faz pensar: será que a história é mesmo correta? Será que a história não foi alterada demais ao longo do tempo, estando hoje infiel demais aos fatos pra ser levada em conta?

O primeiro objeto histórico que ela traz é o último ovo de avestruz, cuja lenda dizia que a ave tinha mais de 15 metros e soltava fogo pelas ventas!

O objeto ao lado é chamado, por ela, de iPod e como exemplo, traz uma "música clássica de um dos melhores compositores da humanidade", ou um eletronic-ballad anos 90, chame como quiser.

Essa com certeza não é a reflexão mais profunda que o episódio deseja trazer, mas eu achei muito interessante e resolvi dar uma alfinetada nisso por aqui. Divirtam-se :D

Um comentário: