quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Há perdas irreversiveis

Gelei na hora que ouvi. Não consegui acreditar, havia sido uma amiga que me falou por MSN. Abri o Google: comprovado. Congelei, dessa vez. Uma lágrima hesitou em sair. Não exatamente tristeza ou algo assim, mas sim susto, indignação, raiva e aí sim, a tristeza. Li um pouco mais, desabafei com amigos no MSN. Todos sentiam, basicamente o mesmo que eu.

Cinco de Outubro de Dois Mil e Onze. O dia em que o mundo perde um dos maiores gênios e visionários que nele andava. Não entendo, não entendo! Me revolto e ponho a música Socorro - Arnaldo Antunes. Socorro, não estou sentindo nada! Nem vontade de chorar, nem de rir!

Não é possível, continuo sem acreditar no que aconteceu. Mas aconteceu, aconteceria com qualquer um. Ele é (ou era) um ser humano, como todos nós. Carne e osso, talvez um pouco de silício. Vendo na Globo News sobre o assunto. Ainda sem acreditar. 

Porém, suas contribuições para a humanidade ficar, e sempre ficarão. Sem ele, o mundo atual seria muito diferente. Um gênio, gênio, gênio. Sua morte comove milhares de pessoas ao redor do mundo, inclusive a mim e ao João Pedro. Lamentamos muito sua perda. Pena que tem coisas que não se pode voltar atras...


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